A sua empresa na Europa, aberta em Portugal, a faturar em semanas
Constituímos a sociedade, abrimos portas no banco e mantemos as obrigações em dia — para sócios que não vivem cá e não tencionam mudar-se. Honorários fixos, taxas do Estado à parte, e uma resposta direta quando Portugal não é o país certo para o que está a construir.
Quatro serviços e a mesma resposta sempre: quanto custa, quanto demora, o que pode correr mal
Somos uma prática societária e fiscal, não uma fábrica de empresas. A maior parte dos nossos clientes são negócios de fora da União Europeia que precisam de uma entidade real dentro dela — não uma sociedade de prateleira, não um esquema de testas de ferro, e não uma construção que cai ao primeiro olhar atento de um banco ou da Autoridade Tributária.
Abertura de empresa em Portugal
Uma Lda ou Unipessoal Lda registada, com NIPC próprio, RCBE entregue, CAE que corresponde ao que faz de facto, e contabilista certificado desde o primeiro dia.
- NIF para cada sócio, tratados em paralelo
- Empresa na Hora ou Empresa Online, o que for mais rápido no seu caso
- RCBE entregue na mesma semana, não mais tarde
- Capital social declarado em condições, sem precisar de banco primeiro
Contabilidade e fiscalidade
O contabilista certificado é obrigatório em Portugal desde o primeiro dia, haja ou não atividade. Assumimos o calendário inteiro: SAF-T mensal, IVA, processamento salarial, Modelo 22, IES e pagamentos por conta.
- Todas as obrigações declarativas, dentro do prazo
- Pagamentos por conta previstos com um ano de antecedência
- Divisão por escrito de quem entrega o quê, acordada no início
- Aviso antes de cada prazo, não explicação depois
Arranque e entrada no mercado europeu
Sociedade, registo de IVA e VIES, faturação conforme as regras portuguesas, primeira contratação, e a sequência que leva de empresa constituída a fatura emitida a um cliente europeu.
- IVA e VIES, com a posição de OSS verificada
- CAE e software de faturação que resistem a uma inspeção
- Primeiro contrato de trabalho, redigido como deve ser
- Risco de estabelecimento estável avaliado antes de contratar no estrangeiro
Marca e propriedade industrial
Um nome que consegue defender: em Portugal através do INPI ou nos vinte e sete Estados-membros através do EUIPO, com pesquisa de anterioridades antes do pedido e não com uma recusa depois.
- Pesquisa de anterioridades antes de submeter seja o que for
- Classes escolhidas para o que vai vender, não só para o que vende hoje
- Via nacional ou europeia, decidida por custo e por alcance
- Oposições e renovações acompanhadas
Três formas de começar, com preço antes de avançar
O nosso honorário é fixo e indicado por escrito. As taxas do Estado — registo comercial, certificado de admissibilidade de firma, apostilas — aparecem à parte e ao custo, porque juntá-las tudo num número é a forma de esconder o que está realmente a pagar.
- NIF para até dois sócios
- Constituição, pacto social e registo
- RCBE entregue na primeira semana
- CAE e início de atividade
- Contabilidade
- Apresentação ao banco
- Tudo o que está em Só constituição
- Contabilista certificado durante doze meses
- Sede que recebe correspondência oficial
- Todas as obrigações declarativas do ano
- Processo bancário preparado e apresentado
- Pagamentos por conta previstos com antecedência
- Tudo o que está em Constituição e primeiro ano
- IVA, VIES e posição de OSS
- Pesquisa e pedido de registo de marca
- Primeiro contrato de trabalho e processamento salarial
- Avaliação de estabelecimento estável
- Estrutura do grupo e retenções na saída
Honorários indicativos para uma estrutura simples com até dois sócios pessoas singulares. Sócios que sejam sociedades, trusts, atividades reguladas e mais de quatro titulares são orçamentados caso a caso — e explicamos porquê antes de indicar um valor.
Seis passos, pela ordem que efetivamente funciona
A maior parte dos atrasos na constituição em Portugal não é causada pelo registo. É causada por fazer as coisas pela ordem errada — andar atrás de um banco antes de a empresa existir, ou deixar os NIF dos sócios para depois do pacto social.
Diz-nos a estrutura, onde vivem os sócios e o que o negócio faz. Voltamos com o plano, o honorário e as taxas do Estado discriminadas. Se Portugal for a resposta errada, é aqui que o ouve.
Cada titular precisa de NIF português antes de a empresa poder existir. Quem reside fora da UE obtém-no através de representante fiscal. Documentos emitidos no estrangeiro precisam de apostila e tradução certificada, e esses prazos não dependem de nós — por isso começamos aqui.
Pacto social outorgado, capital subscrito, sociedade inscrita na Conservatória do Registo Comercial. No próprio dia ao balcão, pela Empresa na Hora, ou em um a dois dias pela Empresa Online.
RCBE entregue de imediato, CAE registados junto da Autoridade Tributária, inscrição na Segurança Social quando houver salários. É esta semana que decide se o processo bancário anda ou fica parado.
O processo completo é montado antes de abordar quem quer que seja, e depois dois bancos em simultâneo em vez de um a seguir ao outro. Uma recusa não custa nada além do tempo que se perdeu à espera dela sozinho.
Capital realizado, faturação a funcionar, e cada prazo legal atribuído por escrito ao contabilista. Recebe o aviso antes da data, não depois.
Portugal não tem a taxa mais baixa da Europa. Tem o melhor custo total para uma empresa com pessoas
Compara-se sempre a taxa de IRC, e ela raramente é o maior número da conta. Para qualquer negócio com trabalhadores, o custo de os ter ultrapassa largamente o imposto sobre o lucro — e é aí que Portugal se separa das alternativas.
Numa equipa de cinco pessoas, a diferença nas contribuições da entidade patronal vale mais por ano do que todo o intervalo entre uma taxa de 19% e uma de 25%. Construímos uma calculadora que passa os seus próprios números por três jurisdições.
O que aceitamos e o que recusamos
Dizer que sim a tudo é como se acaba, dois anos depois, a explicar porque é que uma estrutura não resistiu. Preferimos perder o trabalho no orçamento a perdê-lo na inspeção.
- Empresas operacionais com clientes reais e sócios de fora da UE
- Grupos que colocam uma subsidiária europeia sob uma sociedade-mãe estrangeira
- Fundadores que se mudam com o negócio e precisam dos dois lados tratados
- Estruturas na Madeira onde as contas fecham mesmo — e mostramos as contas
- Empresas já constituídas cá que precisam da contabilidade e das declarações postas em ordem
- Registo de marca feito antes do lançamento e não depois do litígio
- Gerentes e sócios de conveniência
- Estruturas cujo único objetivo é uma taxa mais baixa, sem nada por baixo
- Vistos e autorizações de residência, que não são a nossa prática
- Sociedades de prateleira vendidas como atalho aos NIF
- Clientes que querem o preço antes de sabermos qual é a estrutura
- Tudo aquilo que teríamos de defender à espera de que ninguém verifique
Publicamos as contas, mesmo quando jogam contra nós
Vinte análises, dezasseis calculadoras que funcionam com os seus números, e um boletim às terças-feiras que assinala o que passou a lei e o que ainda é apenas proposta. Nada está atrás de formulário e em lado nenhum pedimos o seu email.
13,3% sem condições contra 5% com várias
A taxa de €360 não é o número de que precisa
Quanto custa realmente entrar no mercado europeu
- Direito societário e a sociedade por quotas: Código das Sociedades Comerciais.
- IRC, taxas e participation exemption: Código do IRC, em especial os artigos 51.º e 51.º-C.
- Beneficiário efetivo: Registo Central do Beneficiário Efetivo, entregue no portal RCBE.
- Constituição simplificada: regimes Empresa na Hora e Empresa Online, do Instituto dos Registos e do Notariado.
- Centro Internacional de Negócios da Madeira: licenciamento até 31 de dezembro de 2026, benefícios até 31 de dezembro de 2033.
- Nacionalidade: Lei Orgânica n.º 1/2026, de 18 de maio — sete anos para cidadãos da CPLP, dez para os restantes.
Perguntas que nos fazem todas as semanas
Quanto tempo demora abrir uma empresa em Portugal?
A constituição em si demora um dia na Empresa na Hora, ou um a dois dias pela via online. O que define o prazo real é outra coisa: o NIF de cada sócio. Quem reside fora da União Europeia precisa de representante fiscal, e os documentos emitidos no estrangeiro precisam de apostila e tradução certificada. Conte com três a seis semanas desde o primeiro contacto até à empresa registada, e mais tempo se a conta bancária tiver de estar aberta antes de começar a faturar.
Sou brasileiro e não moro em Portugal. Posso ser sócio de uma empresa portuguesa?
Pode, sem qualquer exigência de residência para sócios ou para o gerente de uma Lda. O que é preciso: NIF português para cada sócio, sede em Portugal e contabilista certificado. O que não deve fazer é gerir a empresa no dia a dia a partir do Brasil sem aconselhamento, porque a gestão exercida no estrangeiro pode tornar a empresa residente fiscal lá.
Quanto custa realmente no primeiro ano?
A taxa do Estado para constituir é de 360 euros ao balcão ou 220 euros online, mais 75 euros se quiser um nome à sua escolha. Tudo o resto é custo profissional: o contabilista certificado é obrigatório desde o primeiro dia, mesmo sem atividade, precisa de uma sede que receba correspondência oficial, e sócios de fora da UE normalmente precisam de representação fiscal. No nosso orçamento as taxas do Estado aparecem separadas dos honorários.
Qual é a taxa de IRC em Portugal em 2026?
Dezanove por cento no continente, com 15% sobre os primeiros 50 000 euros de matéria coletável para PME, mais derrama municipal até 1,5% que varia de município para município. Na Madeira e nos Açores a taxa é de 13,3%. Uma empresa licenciada no Centro Internacional de Negócios da Madeira paga 5% sobre rendimento qualificado, mas essa janela de licenciamento fecha a 31 de dezembro de 2026.
Conseguem abrir conta bancária para uma empresa com sócios estrangeiros?
Preparamos o processo e fazemos a apresentação ao banco, e somos honestos: ninguém garante uma conta. Os bancos portugueses aplicam diligência reforçada a estruturas com sócios não residentes por rotina, não por suspeita. O que conseguimos fazer é retirar todas as razões de recusa que estão ao seu alcance, abordar as instituições que aceitam este tipo de processo, e manter uma instituição de pagamento a funcionar para o negócio não ficar parado.
O acordo CPLP ajuda em alguma coisa?
Ajuda no lado pessoal, não no societário. Cidadãos de países de língua portuguesa têm um prazo mais curto para a nacionalidade — sete anos de residência legal em vez de dez, desde a Lei Orgânica de maio de 2026 — e há vias de mobilidade próprias. Para abrir e gerir a empresa, porém, as regras são exatamente as mesmas de qualquer outro sócio estrangeiro.
Envie-nos a estrutura. Recebe um plano e um preço, não um folheto
Onde vivem os sócios, o que o negócio faz e para quando precisa de estar a faturar. Respondemos em um dia útil com a sequência, o honorário, as taxas do Estado ao custo, e a indicação das partes que sai mais barato fazer sozinho. Se Portugal for o país errado para o que está a construir, é a primeira coisa que lhe dizemos.